domingo, 30 de setembro de 2012

Professor da UFPI é um dos finalistas do Prêmio Jabuti, uma das mais prestigiadas premiações do Brasil.

Fonte: 180graus.com

O professor Dr. João Kennedy Eugênio, do departamento de História da Universidade Federal do Piauí foi anunciado como finalista do 54º Prêmio Jabuti, na categoria Melhor Livro de Ciências Humanas, pela obra "Ritmo espontâneo: organicismo em raízes do Brasil de Sergio Buarque de Holanda".

O livro consiste na tese de doutorado do professor e trata-se de um estudo sobre a obra do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda, que no contexto da "História Geral da Civilização Brasileira", publicou, em 1972, "Do Império à República", texto que, a princípio, fora concebido como um simples artigo para a coletânea, mas que, com o decurso da pesquisa, acabou por ser ampliado num volume independente.

Sérgio Buarque de Holanda permaneceu intelectualmente ativo até 1982, tendo ainda, neste último decênio, publicado diversos textos. De 1975 é o volume "Vale do Paraíba - Velhas Fazendas" e de 1979, a coletânea "Tentativas de Mitologia". Nestes últimos anos, trabalhou também na reelaboração do texto de "Do Império à República" - que não chegou a concluir. Participou, em 1980, da cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores.

O prêmio Jabuti foi criado em 1958 e é a mais tradicional prêmiação de livros no Brasil. O diferencial em relação a outros prêmios de literatura é a sua abrangência: o Jabuti não valoriza apenas os escritores, mas destaca a qualidade do trabalho de todas as áreas envolvidas na criação e produção de um livro. Este ano o prêmio contempla 29 categorias.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Mais uma charge sobre Maomé...homens-bomba, quem fez a charge foi o José Antônio!!!

Título: alvo

Menção honrosa na oitava edição do Porto Cartoon


Charge de José Antônio Costa
Fonte: http://blogdosquadrinhos2.blog.uol.com.br/

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Revista espanhola publica charge que faz referência ao profeta Maomé

Fonte: Folha.uol.com.br

A revista espanhola de sátira política "El Jueves" publicou uma charge do profeta Maomé em sua capa, em meio aos protestos em países de maioria muçulmana por um vídeo americano e caricaturas de uma revista francesa.


Imagem da capa da revista "El Jueves", cujo título é: "Mas...alguém sabe como é Maomé?"
fonte: (folha.uol.com.br)

Na última edição do semanário, que chegou às bancas na quarta-feira, o desenho mostra vários muçulmanos em uma fila da polícia sob o título "Mas... alguém sabe qual a aparência de Maomé?".

Reprodução

Capa da revista "El Jueves" desta quarta-feira, que pergunta: "Mas...alguém sabe como é Maomé?"
Qualquer representação do profeta é considerada uma blasfêmia pelos muçulmanos, mas a questão também gerou um debate no Ocidente sobre censura e liberdade de expressão.

Em entrevista ao portal Huffington Pst, a editora Mayte Quilez disse que a revista tomou a decisão de assumir uma posição humorística sobre uma questão polêmica. "Se você não pode retratar Maomé, como você sabe que é ele nas caricaturas?", disse.

Depois da chegada da revista às bancas espanholas, a Chancelaria do país emitiu um comunicado a seus cidadãos no Egito pedindo cuidado em caso de eventual reação dos islâmicos, mas negou que aumentará a segurança nas representações em países árabes.

"Ainda estamos analisando quais medidas serão tomadas", afirmou uma fonte no ministério de Relações Exteriores à agência de notícias Reuters.

PROTESTOS

Na semana passada, a revista satírica francesa "Charlie Hebdo" publicou charges do profeta Maomé logo após os protestos contra o filme "A Inocência dos Muçulmanos", produzido nos Estados Unidos e revelado no dia 11.

O vídeo desatou uma onda de protestos violentos em mais de 30 países de maioria muçulmana, que obrigaram a franceses e americanos a reforçarem a segurança em suas representações.

Em meio às manifestações, o embaixador norte-americano na Líbia, Christopher Stevens, e outros três funcionários da missão diplomática foram mortos no consulado de Benghazi, na Líbia, no dia 11.

Na sexta (21), outras 15 pessoas foram mortas em protestos no Paquistão, na sexta-feira passada. Desde o início das ações, dezenas de pessoas morreram e centenas ficaram feridas.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Prêmio Nobel de literatura, Vargas Llosa, peruano, celebra em NY os 50 anos do lançamento de seu primeiro livro

Fonte: folha.uol.com.br

O escritor peruano Mario Vargas Llosa comemorou em Nova York o 50º aniversário de "A Cidade e os Cachorros", seu primeiro romance, que ganhou uma edição comemorativa, e com o qual o prêmio Nobel começou na literatura, um "mistério" que ainda o "apaixona".


Imagem de Vargas Llosa, fonte: folha.uol.com.br

"Escrever é apaixonante. Sinto a mesma ilusão e dificuldades que tive quando escrevi meus primeiros contos. Não tenho facilidade para escrever, mas as dificuldades não tiram nada da fascinação, da exaltação e do entusiasmo", disse Vargas Llosa sobre seu ofício em um encontro no Instituto Cervantes de Nova York.

O escritor se referiu à sensação "extraordinária" que sente quando "a história começa a ter vida própria, algo que sempre é misterioso", e que experimentou diante de cada nova obra de sua carreira, que começou com a publicação de "A Cidade e os Cachorros", em 1962.

"Aprendi muito com esse romance, sobre a construção da história, os pontos de vista, a linguagem, adquiri certa técnica que depois repetiria e aperfeiçoaria em outros romances, e forjei uma forma de escrever que tinha a ver com minha personalidade, com minhas simpatias e diferenças no mundo literário", descreveu o autor.

O escritor peruano, que nasceu em Arequipa, em 1936, afirmou que "quase nenhum escritor começa sabendo que tipo de escritor vai ser, já que isso é algo que se descobre com a prática, e por isso as primeiras obras são decisivas".

Além disso, Vargas Llosa lembrou as dificuldades que enfrentou na estreia de seu primeiro romance devido à censura que imperava na Espanha. Segundo ele, a obra só foi publicada graças ao "esforço sobre-humano" de seu editor, Carlos Barral, quem manteve um ano de árduas negociações para que o livro fosse lançado.

"Ele falou com o ministro da Informação, com intelectuais bem-vistos pelo regime (franquista), como José María Valverde, para que falassem bem da obra. E eu também tive que viajar para Madri para manter uma conversa com o chefe da censura", afirmou o escritor.

Vargas Llosa lembrou de momentos de sua entrevista com o censor, que tinha reservas ao uso de frases como a que dizia que um coronel "era gordo, com o ventre de uma baleia", já que a interpretou como uma ironia aos militares. No entanto, o censor concordou em conservar a frase mudando a palavra "baleia" por "cetáceo".

"No final, só tive que tirar oito frases, que eram absurdas e disparatadas, e mesmo assim Barral as restituiu na segunda edição", explicou.

O prêmio Nobel de Literatura de 2010, que brincou dizendo que a condecoração é "uma semana de conto de fadas e um ano de pesadelo", retornou do passado para tratar de temas atuais, como o futuro do livro, "um objeto emblemático da civilização" que enfrenta uma "grande incerteza".

"Minha esperança é que o livro digital coexista com o de papel, e meu temor é que o livro escrito expressamente para as telas, não o transferido, seja muito diferente do tradicional, e que as telas façam o que a televisão fez com seus conteúdos: tornaram eles rápidos, leves e inclusive frívolos", questionou.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

"Feijoada do SIM": evento organizado pelos amigos do Prof. Ayrton Brandim

No dia 29 de setembro (sábado passado) cerca de 200 pessoas participaram de uma feijoada no Clube dos Servidores da Universidade Federal do Piauí. O evento foi uma confraternização dos docentes e funcionários do IFPI. Na ocasião, o Prof. Brandim comentou sobre a necessidade de mudanças na gestão dessa instituição de ensino, pois ainda esse ano haverá eleição e, por isso, faze-se urgente a discussão da próxima equipe de gestores. Entre outros pontos, o Prof. Brandim alertou para a:

1.Criação da Editora do IFPI;
2.Capacitação dos servidores (Mestrado e Doutorado);
3.Gestão democrática;
4.Implantação de cursos de mestrado no IFPI. Aliás, o prof. Brandim organizou o 1º e único Curso de Mestrado oferecido pelo IFPI.
5.Elaboração de metas de qualidade para o ensino.


Imagem da feijoada, Brandim está no centro da imagem


Imagem do Prof. Brandim (esquerda)


Imagem de convidados e participantes da "feijoada do SIM"

Mais informações, ver o blog www.ayrtonbrandim.blogspot.com.br/

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Área desmatada em agosto é 220% maior que mesmo período do ano passado

Fonte: Folha.uol.com.br

A área de destruição de florestas da Amazônia legal (área que engloba os estados brasileiros pertencentes à Bacia amazônica e a área de ocorrência de vegetações amazônicas) no mês de agosto foi de 522 km2. Os dados foram fornecidos pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

O desmatamento é 220% maior que o ocorrido no mesmo período do ano passado. Também é o maior índice de perda de florestas neste ano.

A área desmatada no último mês é pouco maior que o município de Porto Alegre. Neste ano, a área devastada é de 1.562,96 km2, maior que o tamanho da cidade de São Paulo.

Os Estados do Pará e do Mato Grosso foram os que mais perderam florestas, com 227 km2 e 208 km2 de área desmatada, respectivamente.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Às Escondidas

Por Marina Silva


Imagem de Marina da Silva, fonte: www.minhamarina.org.br/

A usina de Belo Monte, ao secar a Volta Grande do rio Xingu, expõe ao sol da opinião pública algo mais que o limo das pedras. A empresa canadense Belo Sun Mining, do grupo Forbes & Manhattan, pretende fazer ali o "maior programa de exploração de ouro do Brasil", investindo mais de US$ 1 bilhão para extrair quase cinco toneladas por ano do precioso metal.

Já no Relatório de Impacto Ambiental da usina constava o interesse de 18 empresas em pesquisa e exploração mineral na área, mas o Ibama achou esse dado irrelevante.

O licenciamento da mineração está sendo feito pelo governo do Pará. Tudo indica que o conhecimento do potencial mineral só é segredo para a população, os "investidores" têm o mapa da mina há tempos.

O Brasil vive uma nova "corrida do ouro", silenciosa e oculta da opinião pública, mas intensa ao ponto de fazer a atividade mineradora saltar de modestos 1,6% para expressivos 4,1% do PIB em só dez anos.

Nem é preciso dizer que esse aumento, embora inserido na ascensão brasileira na economia mundial, é continuidade da velha condição de colônia: as riquezas do subsolo brasileiro destinam-se, em sua quase totalidade, ao comércio exterior. As "veias abertas da América Latina" (feliz e triste expressão de Galeano) continuam sangrando.

Por trás dos grandes negócios e notórias fortunas, sempre financiadas e facilitadas pelo Estado, oculta-se um submundo de devastação ambiental e violência contra populações tradicionais.

O Congresso Nacional avoca para si o poder de demarcar terras indígenas e nelas licenciar atividades econômicas, enquanto discute um novo Código Mineral e a criação de uma agência para o setor.

Enquanto isso, pedidos de licenças para pesquisa e exploração continuam a ser concedidas aos que chegarem, em processo pouco transparente.

No Congresso, debate-se mudanças na lei para dificultar a demarcação de novas áreas de proteção (reservas, parques, quilombos, terras indígenas), diminuir o tamanho das já demarcadas e licenciar a exploração de suas riquezas. Na forma como são feitas, as mudanças atendem à demanda de grupos econômicos alheios aos interesses da sociedade e do país.

O governo entra com a negociação no varejo da política e as justificativas publicitárias do "interesse nacional" e da "inclusão social". À sociedade falta o que poucos detêm: informações profundas que possibilitam definições estratégicas que atendam a interesses mais amplos.

Na vida pública brasileira, o debate superficial das questões mais importantes se assemelha à infantilização promovida pelos candidatos que se oferecem para cuidar do povo. A conversa dos adultos, entretanto, é feita às escondidas. Até quando?

Fonte: Folha.uol.com.br

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Escola Agrícola de Bom Jesus tem a melhor nota entre as públicas do Ensino Médio do Piauí

Por Clayton Ribeiro

Segundo informações do jornalista Efrém Ribeiro, do Jornal Meio Norte, a Escola Agrícola de Bom Jesus obteve a nota 606.2, acima da média nacional de 511.2; além disso, ficou com a melhor posição entre as escolas públicas de Ensino Médio do Estado do Piauí. Com uma excelente infraestrutura, a Escola Agrícola de Bom Jesus possui 33 professores e 664 alunos. Porém, a diferença está na gestão. Outras escolas federais têm infraestrutura semelhante à escola de Bom Jesus, entretanto, não apresentam resultados do mesmo nível.

Para mais informações, ver: Jornal Meio Norte, página "B-1", 19 de setembro.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Governo brasileiro quer contratar 300 ex-pesquisadores da NASA. Salário inicial: 19 mil reais!

Por Clayton Ribeiro

A notícia saiu sábado (15/set) na coluna "Explanada", do jornalista Leandro Mazzini, que faz parte do jornal Diário do Povo do Piauí. O título da matéria é "Mercadante quer contratar 300 ex-NASA". Com o corte de gastos do governo dos E.U.A., muitos pesquisadores perderam o emprego por lá. Assim, o MEC se apressou em convidar muitos desses cientistas para trabalharem em instituições de ensino e pesquisa do Brasil. O salário é bom, 19 mil reais!!!

Em 1991, com o fim da ex-URSS (atual Rússia), vários pesquisadores de alto nível saíram deste país em busca de uma melhor remuneração em outros países. Muitos deles passaram a trabalhar em universidades públicas do Brasil.

Que bom! Durante muito tempo o Brasil sofreu com o fenômeno chamado "fuga de cérebros" do Terceiro Mundo, situação na qual os mais importantes pesquisadores dos países pobres emigravam para os países ricos. Porém, o valor oferecido aos cientistas norte-americanos (19 mil reais) chama a nossa atenção. Não que eles não mereçam. O problema é: por que nós não merecemos esse valor também? Com o aumento oferecido pelo governo, em 2015, doutores em final de carreira atingirão o salário de 17 mil reais. Ou seja, nem assim vão conseguir os salários oferecidos aos professores estrangeiros!!! A coisa piora em outro panorama. No início de carreira, um doutor ganha em torno de 8 mil, bem abaixo dos 19 mil iniciais ofertados aos pesquisadores ex-NASA.

A continuar a atual política de não-valorização dos profissionais da educação brasileira, o Brasil vai precisar cada vez mais importar talentos, pagando muito mais caro por eles...e ainda sim, a educação continuará de mal a pior...