Folha.uol.com.br
No dia 24 de novembro de 1859, uma quinta-feira, era lançada a primeira edição de "Sobre a Origem das Espécies Através da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida", ou simplesmente "A Origem das Espécies", como ficou conhecida.
Exemplar da primeira edição do livro de Charles Darwin "Origem das Espécies", vendido por 103.250 libras pela casa de leilões Christie's
Com tiragem inicial de 1.250 exemplares, "o livro que abalou o mundo", considerado um dos mais importantes da história, apresentava ao mundo a teoria da evolução de Charles Darwin (1809-1882).
Os estudos do naturalista apontavam para um lento processo de seleção natural e de descendência, por meio de inúmeras mutações e adaptações graduais.
O título causou grande polêmica na época. A hipótese de Darwin contraria o criacionismo, ideia religiosa de que toda a forma de vida procede da criação divina, literalmente como é apresentado pela Bíblia. Supor o parentesco entre homens e macacos também contribuiu para o assombro da Inglaterra vitoriana e do mundo.
No 150º aniversário de sua publicação, um exemplar da primeira edição foi vendido por 103.250 libras (aproximadamente 170 mil dólares), pela casa de leilões Christie's, na Inglaterra.
Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.
sábado, 24 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
XADREZ
Hoje começaremos o curso de xadrez. Vamos relembrar pontos básicos. Colocarei exercícios para os que já sabem jogar.
Vejam a disposição das peças no tabuleiro. Lembrem-se, a DAMA das brancas sempre começa o jogo na casa BRANCA, do lado do rei. Além disso, a última casa do lado direito das peças brancas tem que ser da cor BRANCA. Desse jeito, você sempre colocará as peças da maneira correta, sem risco de errar na anotação das jogadas!!!
Uma dica que pode salvar seu reinado:
O PEÃO vale 01 ponto;
O CAVALO vale 03 pontos;
O BISPO vale 03 pontos;
A TORRE vale 05 pontos;
A DAMA vale 10 pontos e muito mais para o rei.
O REI não tem preço...por isso, cuide bem dele.
Amanhã veremos como as peças se movimentam. Um abraço.
Vejam a disposição das peças no tabuleiro. Lembrem-se, a DAMA das brancas sempre começa o jogo na casa BRANCA, do lado do rei. Além disso, a última casa do lado direito das peças brancas tem que ser da cor BRANCA. Desse jeito, você sempre colocará as peças da maneira correta, sem risco de errar na anotação das jogadas!!!
Uma dica que pode salvar seu reinado:
O PEÃO vale 01 ponto;
O CAVALO vale 03 pontos;
O BISPO vale 03 pontos;
A TORRE vale 05 pontos;
A DAMA vale 10 pontos e muito mais para o rei.
O REI não tem preço...por isso, cuide bem dele.
Amanhã veremos como as peças se movimentam. Um abraço.
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Custo do trem-bala (ou trem-bomba) deve ficar em R$ 35,6 bilhões de reais
Por Clayton Ribeiro
O governo federal realmente pretende investir R$ 35,6 bilhões de reais na construção de um trem-bala entre a cidade de Campinas-SP, passando por São Paulo, até o Rio de Janeiro-RJ. A obra percorrerá um trecho relativamente pequeno (em torno de 400 km) dado a dimensão territorial brasileira. Entretanto, a escolha da compra do trem-bala, uma tecnologia cara e importada, já está gerando críticas. Dentro do quadro de prioridades de infraestrutura, por que colocar o trem-bala em primeiro lugar? Por outro lado, a quantidade de dinheiro empregada nessa obra poderia resolver de vez alguns gargalos de nossa infraestrutura como, por exemplo, da precária rede de escoamento da soja, milho, entre outros produtos agrícolas produzidos pelo estado do Mato Grosso!
Outra dívida histórica com o povo brasileiro poderia ser solucionada com a construção de obras de combate a estiagem. A transposição do São Francisco se mostrou um caminho caro e de baixa resolutividade. Parece que a solução passa por construções mais modestas (cisternas, pequenas barragens, etc.) e pela manutenção de apoio técnico no sentido da prevenção aos efeitos da seca. Isso demonstra que o Brasil quer ser primeiro mundo em alguns raros aspectos, mas sem resolver os problemas do Terceiro Mundo que nos acompanham desde o nascimento até o túmulo. A maioria dos brasileiros não têm acesso a rede de esgoto. O lixo das cidades brasileiras praticamente não passa por tratamento nenhum. Rios poluídos, eis a regra. Agora faz sentido, com o trem-bala, os turistas vão passar tão rápido pelas nossas cidades que nem perceberão tudo isso...tudo vai ficar lindo e maravilhoso.
um abraço.
O governo federal realmente pretende investir R$ 35,6 bilhões de reais na construção de um trem-bala entre a cidade de Campinas-SP, passando por São Paulo, até o Rio de Janeiro-RJ. A obra percorrerá um trecho relativamente pequeno (em torno de 400 km) dado a dimensão territorial brasileira. Entretanto, a escolha da compra do trem-bala, uma tecnologia cara e importada, já está gerando críticas. Dentro do quadro de prioridades de infraestrutura, por que colocar o trem-bala em primeiro lugar? Por outro lado, a quantidade de dinheiro empregada nessa obra poderia resolver de vez alguns gargalos de nossa infraestrutura como, por exemplo, da precária rede de escoamento da soja, milho, entre outros produtos agrícolas produzidos pelo estado do Mato Grosso!
Outra dívida histórica com o povo brasileiro poderia ser solucionada com a construção de obras de combate a estiagem. A transposição do São Francisco se mostrou um caminho caro e de baixa resolutividade. Parece que a solução passa por construções mais modestas (cisternas, pequenas barragens, etc.) e pela manutenção de apoio técnico no sentido da prevenção aos efeitos da seca. Isso demonstra que o Brasil quer ser primeiro mundo em alguns raros aspectos, mas sem resolver os problemas do Terceiro Mundo que nos acompanham desde o nascimento até o túmulo. A maioria dos brasileiros não têm acesso a rede de esgoto. O lixo das cidades brasileiras praticamente não passa por tratamento nenhum. Rios poluídos, eis a regra. Agora faz sentido, com o trem-bala, os turistas vão passar tão rápido pelas nossas cidades que nem perceberão tudo isso...tudo vai ficar lindo e maravilhoso.
um abraço.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Dia da Consciência Negra
Por Clayton Ribeiro
No Dia de Zumbi ou da Consciência Negra, o Brasil tem o que comemorar. A partir de 2003, com a complementação do Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB -, a história da cultura afro-brasileira tem ganho destaque e espaço no livros didáticos, paradidáticos e no mercado editorial.
Assim, o Art. 26 que trata dos conteúdos do Ensino Fundamental e Médio teve um acréscimo (Art. 26-A) com a seguinte redação:
Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura
afro-brasileira e indígena.
Na verdade, o governo federal consolidou tardiamente uma tendência, a Bahia já tinha colocado a obrigatoriedade desse conteúdo em sua grade curricular no ano de 1983. Porém, a partir do acréscimo feito na LDB em 2003 houve uma melhoria inquestionável na valorização do conteúdo da cultura dos afrodescendentes tanto quanto da história africana.
Hoje, nas universidades públicas ou particulares o tema da moda é esse, dos afro-brasileiros. Departamentos de História criaram linhas de pesquisa específicas, assim como grupos de pesquisa sobre a história dos afro-brasileiros. Mais verbas públicas são liberadas para eventos acadêmicos, palestras, etc.; enfim, a década de 2000 mudou o panorama acanhado das décadas anteriores com relação ao conteúdo discutido aqui.
A própria história africana passou a ter maior destaque. Entretanto, os livros didáticos precisam melhorar bastante. O conteúdo ainda é trabalhado de modo descritivo. Além disso, concentra-se muita energia no estudos dos conflitos em torno da estrutura econômica, deixando de lado a contribuição cultural propriamente dita. Porém, minha avaliação é otimista. Um abraço.
No Dia de Zumbi ou da Consciência Negra, o Brasil tem o que comemorar. A partir de 2003, com a complementação do Art. 26 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB -, a história da cultura afro-brasileira tem ganho destaque e espaço no livros didáticos, paradidáticos e no mercado editorial.
Assim, o Art. 26 que trata dos conteúdos do Ensino Fundamental e Médio teve um acréscimo (Art. 26-A) com a seguinte redação:
Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, públicos e privados, torna-se obrigatório o estudo da história e cultura
afro-brasileira e indígena.
Na verdade, o governo federal consolidou tardiamente uma tendência, a Bahia já tinha colocado a obrigatoriedade desse conteúdo em sua grade curricular no ano de 1983. Porém, a partir do acréscimo feito na LDB em 2003 houve uma melhoria inquestionável na valorização do conteúdo da cultura dos afrodescendentes tanto quanto da história africana.
Hoje, nas universidades públicas ou particulares o tema da moda é esse, dos afro-brasileiros. Departamentos de História criaram linhas de pesquisa específicas, assim como grupos de pesquisa sobre a história dos afro-brasileiros. Mais verbas públicas são liberadas para eventos acadêmicos, palestras, etc.; enfim, a década de 2000 mudou o panorama acanhado das décadas anteriores com relação ao conteúdo discutido aqui.
A própria história africana passou a ter maior destaque. Entretanto, os livros didáticos precisam melhorar bastante. O conteúdo ainda é trabalhado de modo descritivo. Além disso, concentra-se muita energia no estudos dos conflitos em torno da estrutura econômica, deixando de lado a contribuição cultural propriamente dita. Porém, minha avaliação é otimista. Um abraço.
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Educação: Professores vencem ação contra o governo, Piso Nacional deve ser pago!
Fonte: cmn40graus.com
Segundo o juiz, piso nacional deverá ser pago sem que haja incorporações ou gratificações para seu complemento.
O juiz da 1ª Vara dos feitos da Fazenda Pública de Teresina, Oton Lustosa, determinou que o Estado do Piauí pague o piso nacional dos trabalhadores em Educação, que é de R$ 1.451,00 sem usar gratificações ou outras vantagens para o seu complemento.
A decisão foi com base em uma Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público Estadual, através da promotora Leida Diniz, atendendo a um pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Piauí (Sinte-PI).
A ação foi impetrada durante o período da greve no início do ano, que durou exatos 80 dias. A decisão foi publicada na quarta-feira (7). Segundo o advogado da categoria, Geovane Brito, a decisão do juiz é bem clara quando diz que o salário dever ser pago como manda a Lei 11.738/2008, sem que haja incorporações e/ou integrações de gratificações junto ao valor piso.
Na mesma decisão o magistrado determina que além disso o Governo do Estado deverá reajustá-lo todos os anos como manda a Lei do Piso, no percentual determinado pelo MEC. O magistrado também decidiu que o Estado está obrigado a cumprir o horário pedagógico em um terço, ficando os dois terços restantes para o cumprimento na sala de aula.
Matéria postada originalmente na cidadeverde
Segundo o juiz, piso nacional deverá ser pago sem que haja incorporações ou gratificações para seu complemento.
O juiz da 1ª Vara dos feitos da Fazenda Pública de Teresina, Oton Lustosa, determinou que o Estado do Piauí pague o piso nacional dos trabalhadores em Educação, que é de R$ 1.451,00 sem usar gratificações ou outras vantagens para o seu complemento.
A decisão foi com base em uma Ação Civil Pública impetrada pelo Ministério Público Estadual, através da promotora Leida Diniz, atendendo a um pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Piauí (Sinte-PI).
A ação foi impetrada durante o período da greve no início do ano, que durou exatos 80 dias. A decisão foi publicada na quarta-feira (7). Segundo o advogado da categoria, Geovane Brito, a decisão do juiz é bem clara quando diz que o salário dever ser pago como manda a Lei 11.738/2008, sem que haja incorporações e/ou integrações de gratificações junto ao valor piso.
Na mesma decisão o magistrado determina que além disso o Governo do Estado deverá reajustá-lo todos os anos como manda a Lei do Piso, no percentual determinado pelo MEC. O magistrado também decidiu que o Estado está obrigado a cumprir o horário pedagógico em um terço, ficando os dois terços restantes para o cumprimento na sala de aula.
Matéria postada originalmente na cidadeverde
sábado, 17 de novembro de 2012
EUROPA: taxas econômicas continuam em queda
Por Clayton Ribeiro
Neste sábado, na 22ª Cúpula Iberoamericana, a presidente Dilma Rousseff cobrou uma mudança nos rumos da política econômica da Europa, que tem sido bastante conservadora, e lembrou que o Brasil fez os ajustes necessários no passado, na década de 1980.
Na zona do euro, optou-se pela redução de salários, aumento de impostos, perda de benefícios sociais, etc, então, Dilma apresentou a única solução que ela conhece: facilitação do crédito; aumento dos gastos públicos, entre outras coisas. A presidenta do Brasil também falou sobre o incentivo a maior divisão de renda nos países europeus.
Imagem da presidente Dilma Rousseff. Crédito da imagem: documentoreservado.com.br
Entretanto, é preciso se ressaltar vários aspectos. O Brasil não precisou fazer ajustes no mesmo grau que os países europeus, pois aqui nunca houve Estado do Bem-Estar Social, ou seja, investimentos pesados em saúde, educação e benefícios trabalhistas. O Brasil apenas teve que cortar gastos desnecessários com estatais ou com a corrupção exagerada. Depois, em 1994, com o Plano Real controlou-se a inflação, que era na verdade hiperinflação. Com o controle da inflação, o governo fez uma opção importante, a ampliação do mercado de consumo, incluindo a classe média baixa. Essas medidas deram um fôlego para a nossa economia, mas não foram suficientes elevar o país à categoria de supereconomia. Essa condição somente foi possível com a expansão do agronegócio e da exploração do petróleo.
Bom, a nossa situação hoje em dia é um pouco diferente. Nosso mercado interno está praticamente saturado, sendo uma parte considerável dele formado por milhões de brasileiros que dependem da transferência de renda, ou seja, não têm trabalho. Assim, o nosso mercado de consumo depende cada vez mais da melhoria da renda da população, mas isto não ocorrerá sem a criação de empregos formais, com direitos trabalhistas. Para isso, o país depende da abertura de novas fábricas ou de empresas, etc. A exportação de produtos com tecnologia - e de alto valor agregado - será a maneira mais rápida para se conseguir isso, porém o Brasil tradicionalmente não investe nesse setor. Notícias boas não vão chegar da noite para o dia. O investimento em desenvolvimento de tecnologia leva anos e consome muito, muito, muito dinheiro.
Enquanto isso, os europeus investiram pesadamente em educação, saúde e benefícios trabalhistas. Porém, o mercado interno europeu já tinha atingido seu pico ainda antes da 2ª Grande Guerra. Assim, a Europa não tem mais a opção de aumentar o mercado interno, opção esta que em pouco tempo também não poderemos contar. O Velho Continente não pode apelar para o agronegócio. As exportações de produtos manufaturados dos europeus estão em queda livre, a China é um competidor muito difícil de ser vencido nesse campo. Como se vê, a situação dos europeus é muito delicada. Por isso a mudança tem ser interna, a melhoria vai quase imperceptível e ainda haverá muita luta dos trabalhadores. Mas é preciso ser feito algo impopular!
Desse jeito, a presidente Dilma deveria ser um pouco mais humilde e conhecer melhor nossa história econômica recente, assim como a dos europeus.
Neste sábado, na 22ª Cúpula Iberoamericana, a presidente Dilma Rousseff cobrou uma mudança nos rumos da política econômica da Europa, que tem sido bastante conservadora, e lembrou que o Brasil fez os ajustes necessários no passado, na década de 1980.
Na zona do euro, optou-se pela redução de salários, aumento de impostos, perda de benefícios sociais, etc, então, Dilma apresentou a única solução que ela conhece: facilitação do crédito; aumento dos gastos públicos, entre outras coisas. A presidenta do Brasil também falou sobre o incentivo a maior divisão de renda nos países europeus.
Imagem da presidente Dilma Rousseff. Crédito da imagem: documentoreservado.com.br
Entretanto, é preciso se ressaltar vários aspectos. O Brasil não precisou fazer ajustes no mesmo grau que os países europeus, pois aqui nunca houve Estado do Bem-Estar Social, ou seja, investimentos pesados em saúde, educação e benefícios trabalhistas. O Brasil apenas teve que cortar gastos desnecessários com estatais ou com a corrupção exagerada. Depois, em 1994, com o Plano Real controlou-se a inflação, que era na verdade hiperinflação. Com o controle da inflação, o governo fez uma opção importante, a ampliação do mercado de consumo, incluindo a classe média baixa. Essas medidas deram um fôlego para a nossa economia, mas não foram suficientes elevar o país à categoria de supereconomia. Essa condição somente foi possível com a expansão do agronegócio e da exploração do petróleo.
Bom, a nossa situação hoje em dia é um pouco diferente. Nosso mercado interno está praticamente saturado, sendo uma parte considerável dele formado por milhões de brasileiros que dependem da transferência de renda, ou seja, não têm trabalho. Assim, o nosso mercado de consumo depende cada vez mais da melhoria da renda da população, mas isto não ocorrerá sem a criação de empregos formais, com direitos trabalhistas. Para isso, o país depende da abertura de novas fábricas ou de empresas, etc. A exportação de produtos com tecnologia - e de alto valor agregado - será a maneira mais rápida para se conseguir isso, porém o Brasil tradicionalmente não investe nesse setor. Notícias boas não vão chegar da noite para o dia. O investimento em desenvolvimento de tecnologia leva anos e consome muito, muito, muito dinheiro.
Enquanto isso, os europeus investiram pesadamente em educação, saúde e benefícios trabalhistas. Porém, o mercado interno europeu já tinha atingido seu pico ainda antes da 2ª Grande Guerra. Assim, a Europa não tem mais a opção de aumentar o mercado interno, opção esta que em pouco tempo também não poderemos contar. O Velho Continente não pode apelar para o agronegócio. As exportações de produtos manufaturados dos europeus estão em queda livre, a China é um competidor muito difícil de ser vencido nesse campo. Como se vê, a situação dos europeus é muito delicada. Por isso a mudança tem ser interna, a melhoria vai quase imperceptível e ainda haverá muita luta dos trabalhadores. Mas é preciso ser feito algo impopular!
Desse jeito, a presidente Dilma deveria ser um pouco mais humilde e conhecer melhor nossa história econômica recente, assim como a dos europeus.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Israel: uma grande ameaça à paz mundial
Por Clayton Ribeiro
Entenda: Israel era uma nação sem território até a 2ª Guerra Mundial. Em 1948, em decorrência da perseguição sofrida pelos judeus na Europa, as Nações Unidas legitimaram a anexação de territórios árabes no Oriente Médio, começava um grande problema. Nessa época, os países árabes não tinham força bélica para contrapor a invasão judaica; assim, a questão ficou em aberto.
Com o avanço da exploração do petróleo no Oriente Médio, os países árabes rapidamente montaram exércitos razoavelmente equipados, apesar de sempre estarem em desvantagem em relação ao Estado de Israel. Desse modo, esse Estado mantém sua presença na região com base na força militar. Porém, a situação poderia já ter sido estabilizada, pois os árabes cederam e aceitaram a perda dos territórios conquistados por Israel.
Por que então a crise continua?
Do ponto de vista da estratégia geopolítica, o Estado de Israel trabalha com a política de expandir o máximo possível para, depois de certo tempo, aceitar um acordo de paz. Ou seja, quanto mais tempo demorar o acordo, mais território será anexado por Israel em detrimento dos palestinos.
Quando ocorrerá um acordo?
Um acordo de paz somente será possível quando os países árabes contraporem um poder militar semelhante ao de Israel ou, como no caso do Líbano, que conseguiu causar muitas baixas no exército israelense ao ponto do custo-benefício da guerra não valer a pena para estes últimos. Assim, Israel abandonou o Líbano no ano de 2000. Um abraço.
Entenda: Israel era uma nação sem território até a 2ª Guerra Mundial. Em 1948, em decorrência da perseguição sofrida pelos judeus na Europa, as Nações Unidas legitimaram a anexação de territórios árabes no Oriente Médio, começava um grande problema. Nessa época, os países árabes não tinham força bélica para contrapor a invasão judaica; assim, a questão ficou em aberto.
Com o avanço da exploração do petróleo no Oriente Médio, os países árabes rapidamente montaram exércitos razoavelmente equipados, apesar de sempre estarem em desvantagem em relação ao Estado de Israel. Desse modo, esse Estado mantém sua presença na região com base na força militar. Porém, a situação poderia já ter sido estabilizada, pois os árabes cederam e aceitaram a perda dos territórios conquistados por Israel.
Por que então a crise continua?
Do ponto de vista da estratégia geopolítica, o Estado de Israel trabalha com a política de expandir o máximo possível para, depois de certo tempo, aceitar um acordo de paz. Ou seja, quanto mais tempo demorar o acordo, mais território será anexado por Israel em detrimento dos palestinos.
Quando ocorrerá um acordo?
Um acordo de paz somente será possível quando os países árabes contraporem um poder militar semelhante ao de Israel ou, como no caso do Líbano, que conseguiu causar muitas baixas no exército israelense ao ponto do custo-benefício da guerra não valer a pena para estes últimos. Assim, Israel abandonou o Líbano no ano de 2000. Um abraço.
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Nazareno Fonteles e Dias Toffoli, quem aguenta? Socorro Padre Vieira.
Por Clayton Ribeiro
Vivemos em uma época perigosa, de inversão de valores completa. Não que eu seja conservador, não é isso, mas existem avanços históricos no campo do respeito à separação e coordenação entre os poderes que não podem, simplesmente, ser colocados no lixo.
Imagem do Dep. Federal Nazareno Fonteles. Crédito da imagem: agricolandianews.com.br
Dias Toffoli (esquerda). Crédito da imagem: blog.planalto.gov.br
No plano estadual, assistimos estarrecidos ao comportamento do Deputado Federal Nazareno Fonteles. Este parlamentar vem afirmando um caminhão de bobagens sobre o mensalão. Nazareno disse que não haviam provas contra os mensaleiros, bom, o tempo passou, agora os petistas discutem a reforma do sistema prisional; aliás, para que, se eles vão passar pouco tempo lá! Das provas, passou-se às penas. Que pena, a casa caiu! Nazareno parece o Dom Quixote ao contrário, este via sombras e pensava que eram monstros; já o deputado piauiense está do lado do Capeta e pensa que o cheiro de enxofre vem das águas do Rio Poty, ali em frente ao Riverside. E o Dias pToffoli, agora quer o bandido sem a penalidade, a cadeia sem grade, ou seja, um mundo do faz de conta, quixotesco. Dias pToffoli quer tratar os petistas como crianças que brincam do pega-esconde. É só devolver o que foi pego. Brincadeirinha de amigos. Mas não estamos a falar de pega-esconde e sim de milhões ou bilhões desviados dos cofres quase-públicos, pois agora sabe-se que eles também eram do PT.
Imagem da capa do livro dos sermões do Padre Vieira. Crédito da imagem: pontofrio.com.br
Ora, lembro dos sermões do Padre Vieira, a responsabilidade dos grandes deve ser proporcional ao dano que eles podem causar, logo, a penalidade dos mensaleiros petistas deverá ser maior do que o normal ou menor, segundo esse raciocínio? Resposta: menor ou nenhuma para Dias pToffoli. Um roubo cometido por um rei ou um poderoso qualquer - continuando com Padre Vieira - afeta muito mais gente do que a mesma prática feita por "ladrão de galinhas". Justo e sábio, não concordam? Um abraço.
Vivemos em uma época perigosa, de inversão de valores completa. Não que eu seja conservador, não é isso, mas existem avanços históricos no campo do respeito à separação e coordenação entre os poderes que não podem, simplesmente, ser colocados no lixo.
Imagem do Dep. Federal Nazareno Fonteles. Crédito da imagem: agricolandianews.com.br
Dias Toffoli (esquerda). Crédito da imagem: blog.planalto.gov.br
No plano estadual, assistimos estarrecidos ao comportamento do Deputado Federal Nazareno Fonteles. Este parlamentar vem afirmando um caminhão de bobagens sobre o mensalão. Nazareno disse que não haviam provas contra os mensaleiros, bom, o tempo passou, agora os petistas discutem a reforma do sistema prisional; aliás, para que, se eles vão passar pouco tempo lá! Das provas, passou-se às penas. Que pena, a casa caiu! Nazareno parece o Dom Quixote ao contrário, este via sombras e pensava que eram monstros; já o deputado piauiense está do lado do Capeta e pensa que o cheiro de enxofre vem das águas do Rio Poty, ali em frente ao Riverside. E o Dias pToffoli, agora quer o bandido sem a penalidade, a cadeia sem grade, ou seja, um mundo do faz de conta, quixotesco. Dias pToffoli quer tratar os petistas como crianças que brincam do pega-esconde. É só devolver o que foi pego. Brincadeirinha de amigos. Mas não estamos a falar de pega-esconde e sim de milhões ou bilhões desviados dos cofres quase-públicos, pois agora sabe-se que eles também eram do PT.
Imagem da capa do livro dos sermões do Padre Vieira. Crédito da imagem: pontofrio.com.br
Ora, lembro dos sermões do Padre Vieira, a responsabilidade dos grandes deve ser proporcional ao dano que eles podem causar, logo, a penalidade dos mensaleiros petistas deverá ser maior do que o normal ou menor, segundo esse raciocínio? Resposta: menor ou nenhuma para Dias pToffoli. Um roubo cometido por um rei ou um poderoso qualquer - continuando com Padre Vieira - afeta muito mais gente do que a mesma prática feita por "ladrão de galinhas". Justo e sábio, não concordam? Um abraço.
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